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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Viagem a SC -15/05/2009 - mais uma pequena parte do diário de um viajante/turista, por umas cidades de SC.

AGORA SIM, DIA 15/05/2009
Acordei com frio, olhei para a janela. Parecia que estava nublado,fiquei meio desanimado,mas lembrei em pensar positivo, abri a cortina...que beleza, um solzão, e nenhuma nuvem,só um vento friozinho!
Alegrei-me, arrumei os negócios e fui tomar café umas 9:00.
Eu enrolei e saí umas 10h, para ir às praias do sul da Ilha: meu roteiro seria: praia da Armação, Matadeiro, voltar para Armação e ir para Lagoa do Peri.
Falei com a Alexandra, recepcionista do Hostel de manhã e ela falou q era possível fazer em um dia. Saí de camiseta e bermuda. A camiseta era do time de futebol do Japão e a bermuda era aquela calça bermuda de tactel - é o esquema levar calças-bermuda e camisetas leves também (se for tempo de calor). Eu me referi à camiseta porque eu, no fim, usei a camiseta por uns quatro dias seguidos até no dia que eu percebi que tava fedendo muito ahahaha.
Peguei o ônibus no TICEN -Rio Tavares - Direto. Lá no terminal Rio Tavares, se pega o ônibus que eu esqueci o nome... acho que Costão De Dentro..depois eu coloco o ônibus. No busão, perguntei para um senhor, onde era o ponto da Armação. Ele disse que ia me avisar e ficamos conversando, contou que tinha duas filhas que se casaram e estavam morando em Salto (SP), caras sortudos uahuaua. O Local para descer é bem no ponto onde o busão faz um retorno no “centro” da praia, em frente à igreja. Se não avisar, não tem problema, logo q ele faz o retorno tem um outro ponto. De lá já vi o mar, porém não dá pra andar na praia, pois o mar chega até as escadas. Em frente à igreja tem um restaurante ótimo, (bom e barato!) e se come olhando para o mar. Uma beleza!
Descendo a rua da igreja, há uma casinha onde pode pegar informações bem por cima, achei engraçado quando entrei na casinha, tinha dois caras lá aí eles estavam ouvindo rap num celular (achei engraçado pq imaginava que lá na praia não se ouvia rap – é, sim, uma idéia minha meio nada a ver, mesmo.).Como eles falaram que a praia do Matadeiro era próximo a da Armação (a que eu estava) e fui dar uma olhada lá. Para ir lá atravessei uma ponte (delta onde só passava pessoa e, no máximo, bicicleta. Era uma ponte tosca de concreto que parecia que ia cair. Depois da ponte há uma trilha para o Matadeiro. Eram umas 10:30 da manhã, o sol estava forte. Entrei numa parte que haviam rochas, troquei o tênis pelo chinelo e fiquei olhando a margem da praia, da hora que dava pra ver uns peixinhos lá. Nessa hora, lá na trilha eu vi que passou uma loira(pra variar), indo para a Matadeiro. Depois de um tempo recomecei a ir para lá e, vi a loira numa “prainha” com umas garrafas PET, de cabeça para baixo soltando um líquido, nas duas mãos e girando em círculo. Ela viu que eu estava me aproximando e fingiu que não estava fazendo nada... eu pensei:”Eita, a mina ta fazendo trabalho(de Umbanda/Candomblé- não sei definir) no mar”. Bom, passei por lá e cheguei na Matadeiro. Cara, que praia da horinha, tranquilinha, um bar lá na ponta e umas casas na outra. Mais pra frente eu tava vendo que tinha um casal conversando, eu estava com lente e óculos escuros, achei estranho, de longe, o biquíni da guria. Bom, quando me aproximei, o “susto”o biquíni dela era ,na verdade, a marca do biquíni, ela estava fazendo topless(aeeeeee), mó da hora a mina, claro que eu ia ficar olhando, hahaha, o trouxa do namorado ficou me encarando, mas nem tava aí, pô, vai deixar ela mostrando os peitos e acha que ninguém vai ficar de olho?hahaha. Aí segui até a outra ponta(uma tradição: quando digo que conheço uma praia quer dizer que eu andei ela de ponta a ponta) e voltei. Infelizmente a guria estava já de biquíni hahaha. Bom, voltei para a Armação. Tem uma ilha, que pode-se ir andando por uma ponte de madeira. É bem massa a paisagem vista pela ilha(vendo a Matadeiro e a Armação).Lá dessa ilha, sai barco para a Ilha do Campeche que, infelizmente, não foi dessa vez que conheci. Deve ser uns R$30,00-R$40,00 para ir lá e ficar o dia todo. Seguindo para a frente da ilha, há um monte de Pedras, cria uma bela vista lá.
Perguntei na casinha de informações onde era um lugar que fosse barato/bom/comida leve. Ele indicou o restaurante que está na frente da igreja principal, lá onde os ônibus fazem o retorno. Como já foi dito, ela é de frente ao mar mesmo e o preço é bem razoável! Eu indico (depois por o endereço). A dona é simpática, gente boa e a caixa é da hora hahaha. Come-se bem, ouve-se o som das ondas batendo nas pedras no muro do restaurante...uma beleza!(pois é, essa hora que esquecer a máquina é f...).Ao lado, comprei um sorvete (Skimo! - tradição em comer, no interior), tem umas lojas em frente. No final comprei uma camiseta também.
Voltei para a rua, em direção a onde começa mesmo a praia da Armação, estava quentão, vi uma gordinha de biquíni tomando sol, e achei ela da hora também hahaha. Andando mais para frente, perguntei para um cara, onde teria que sair para ir a Lagoa do Peri. Ele me mostrou lá beeem em frente, umas árvores todas juntas, que teria que sair lá...
Bom, segui em frente, a areia lá é bem cansativa de caminhar porque é areia grossa (muitas conchas quebradas compõe a areia lá) e na margem do mar parecia que meu pé estava afundando mais, comecei a ir mais pro lado da vegetação, porém apareceram dois cachorros que ficaram de olho em mim e começaram a seguir. Ai eu fui pra perto do mar de novo, cansadao, mas, pelo menos, sem ser mordido. Bom, depois de uns 10 minutos sendo seguido pelos cachorros, eles pararam e eu,finalmente, consegui ir para o canto mais duro. Saí para a estrada e perguntei para um bar onde seria o local, do outro lado da estrada, que teria um restaurante e informações da lagoa e, claro, o caminho para ver a Lagoa (ou seja, a parte mais turística da Lagoa).
Bom, o cara falou que andando, logo ali teria uma entradinha. Beleza, entrei lá na ruazinha. Na esquina havia uma casa com uma certa enfeitada com quadros que, provavelmente, o morador faz. Era uma estradinha de terra, só casas/chácaras, eu achei estranho ser lá o caminho, mas fui andando. Quando a estradinha se dividiu em dois, pensei: fodeu...uahua. Mas apareceu um casal de senhores, que falou: “se seguir à esquerda, tu sai para a Lagoa, mas lá só da pra ver a Lagoa e nada mais, e para ir ao restaurante, vá para a direita e siga toda vida reto, e, sempre, vire a direita.”.Resolvi ir pela esquerda, cada vez mais era só mato do nada ouvi barulho de cães das casas locais. E isso me fez lembrar umas reportagens que eu ouvia/lia/via, onde um cachorro feroz fugia da casa e atacava quem estivesse na rua, deu um medo, mas fui indo nessa estradinha deserta. Até que vi lá, na frente a Lagoa do Peri. Fui até a margem, tinha uma placa: “Área preservada”. Bom, Era uma Lagoa e ponto. Cheguei lá e...sei lá, não sabia o que fazer, imaginava algo diferente(pra melhor). Ao lado da placa de área conservada havia uma outra falando pra tomar cuidado onde pisar, pois poderia pisar numa cobra sem querer: ”cuidado onde pisa, área com risco de aparição de serpentes”.Fiz o caminho de volta, Cara, fiquei com um pouco de medo quando vi dois malucos a lá maloqueiro/interior, mas quando eu vi que eles foram conversar com uma amiga deles (pra variar, bonita), achei que dava nada. Segui, até a parte que se dividia a estrada. Fui para a direita... antes vi o senhor de antes, que gritou:”sempre a direita!!” , fiz que sim.. seguindo ela, ficava cada vez mais estreita, e aqueles barulhos de cachorro começaram a incomodar,pois era muito mais deserto .Uma hora, fiquei em dúvida se uma entrada a direita era um caminho para uma casa láá longe ou era um caminho para o restaurante. Pensei...e vi que não estava muito a fim de me perder lá e voltei..saí da estradinha de terra para a rodovia e pensei: ah! Deve ser perto daqui, vou andando. Porém, após uns 15 minutos andando na beira da rodovia, de chinelo, achei que estava demorando para chegar no local. Perguntei para um senhor que me respondeu: “daqui a cinco quarteirões é o local” engraçado que eu, por talvez ser de uma cidade grande, imagina um quarteirão com varias casas, e as ruas que formam os quarteirões como toda asfaltada e tal, bom os quarteirões deveriam ter uns 200 metros cada um, atravessadas por ruazinhas de terra. Cara cansou, pensei que nunca mais ia chegar no lugar e aquele sol tava foda.!Pensei que tinha me perdido, mas do outro lado da avenida vi uma entrada pr a praia, passando por lá vejo que ainda estou na Armação, mas andando pela praia foi mais fácil ver o local que queria conhecer se aproximar (uma casa que a Companhia de Jesus-jesuítas, construíram lá numa encosta, no fim da praia da Armação). Já havia pescadores no local, e a maré estava subindo. Fiquei parado por mais de 10 minutos olhando as ondas e percebi que uma onda de 1,5m, que pensava que era pequena, dá um medo devido sua força (cara que não mora na praia não manja mesmo a intensidade disso hehe).Ah...mó da hora ficar olhando as ondas, relaxante pra caramba, daria pra ficar 1 hora olhando,se estivesse de carro,pra voltar ao centro. Achei o restaurante do outro lado da rodovia, o restaurante estava repleto de mulheres lindas(pra variar), pelo que vi, eram de Blumenau, e estavam a passeio e, todas bem vestidas, com roupa de frio(estava quente, o dia!!). Fui ate a Lagoa e,lá, na margem tinha uns banquinhos,onde fiquei sentado por um tempo. Entrei no local de informações da Lagoa, nem curti, tem uns museuzinhos, tinha alunos da faculdade federal. Eu queria usar um banheiro, mas não tinha ninguém pra me atender, o jeito foi agüentar. Dava pra ouvir uns barulhos de gente jogando bola, procurei, não achei, depois que saí do parque/restaurante, vi que ao lado dele, tinha uma sede de um grupo de escoteiro lá (onde estavam jogando bola)-não dava pra ver o campo, mas deu vontade de jogar. Continuei andando por aquela areia fofa da praia, até que cheguei lá no Convento. Subi a Rampa, e lá em cima tinha Um conservatório(eu acho que é esse o nome ) gigante, bem imponente, com uma vista muito louca...Pude ver a praia da Armação de um lado e a Lagoa do Peri do outro e, devido ao horário, o pôr do sol deixou a paisagem mais bonita ainda. Curti lá por uma hora, só Estava eu no local. Uma hora apareceu um casal de senhores com a mãe, e depois um casal pra dar uns pegas no carro lá hahaha. Depois uns três malucos de Bh..pqp! Isso que é coragem, vir de carro desde BH pra Floripa.
Quase 5 da tarde, resolvi dar uma última olhada panorâmica e fui pegar um ônibus, seguindo reto, a saída do convento. Demorou pra passar o busão, mas uma hora passou e voltei cansado e feliz para o Albergue. No albergue encontrei com o/a carioca (entendeu??) e ele me contou o que fez no dia, e eu o que fiz. Jantei no Shopping: matte leão + um sanduíche=R$4,49. Comprei, antes uma broa de polvilho(nunca tinha comido) meio enjoativo,mas é boa!Comprei um Struddel de maça,e um pão d e milho. Voltei, conversei com o recepcionista do Hostel, mó gente boa, fazia sociologia,se não me engano(Paulo , o nome dele), mas era engraçado que ele era d ela, mas a maioria que eu perguntava ,ele falava”puts....vixi, cara, não sei....”ahahaha cara, uma hora quase falei pra ele, como que contrataram ele, pq tava foda, morava lá,era recepcionista do Hostel e não sabia dos picos uahuahua.
Quando fui ver, já era 1h. Fui tomar banho e dormi, contente pelo dia que tive.
*obs: não revisei o texto,se tiver algo estranho, sem nexo, me avisem que eu releio e escrevo direito :)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Cálculos

Dormir: 8h
Tempo para acordar, tomar banho, tomar café da manha: 1h
Ida até o trabalho: 1 h (Isso para quem tem sorte)
Tempo de trabalho na manha: 4h
Almoco: 1h
Tempo de trabalho a tarde: 4h
Volta do trabalho: 1h
Preparacao do jantar, arrumacao da casa: 2h
Soma: 22h
Tempo para individualide ou familia: 2h

E ainda tem gente que acha que as pessoas trabalham mto pouco...

domingo, 24 de maio de 2009

Viagem a SC! 14-15/05/2009 - choveu na chegada,mas no dia seguinte..

No dia anterior, não deu para escrever muito, mas agora escreverei o que faltou. Aproveitando a revalidação das minhas milhas, depois que o bilhete Smiles começou a valer para vôos da Varig e Gol, aproveitei também uma promoção e ,comisso,consegui passagem de ida e volta SP-SC por R$39,50. Só alegria :), avisei minha mãe, falei em casa quase um mês antes. Porém, parece que o povo não me dá atenção, pois no dia de viajar, foi aquilo que eu escrevi anteriormente: cheguei em casa atrasado, falei pra minha mãe que tinha que aprontar as malas e ela perguntou a razão..., respondi e ela levou um susto. Além disso, quando acessei no msn já em FLN, minha irmã falou que eu nem avisei ninguém de casa que iria viajar. Mó comédia XD
Eu fiz tudo correndo e,no fim,esqueci xampu, sabonete, cuecas(contei automaticamente como se eu fosse para Santo André(5 dias) e......... quando estava já no avião,sobrevoando São Paulo, a MÁQUINA FOTOGRÁFICA!!!!!!!!!!!!!!!!!! Fazia exatamente 10 anos que decolei por Congonhas, para SC, na viagem de formatura da 8ª série, e , desta vez, estava mais atento em observar a cidade de cima. Nessa hora deu vontade de fotografar e me lembrei, com uma mistura de raiva, tristeza e achando engraçado, que tinha me esquecido deste objeto de tamanha importância numa viagem. Maseu pensei(para me conformar):antigamente, era raro tirar uma foto de uma viagem feita por alguém e nunca ninguém ficou completamente chateado a ponto de achar que viagem seria pior por isso ! A maioria das paisagens,das pessoas que se conhecia era lembrado e marcado na mente e no coração e, assim, pensei em curtir mesmo sem tirar fotos(recordei que nas últimas viagens que fiz a máquina se tornou um objeto obrigatório, um apetrecho que se não estivesse comigo, era razão para se desesperar e causar um arrependimento profundo -imaginava eu sem a máquina).
Ontem, após toda aquela festa no aeroporto, até me animei,apesar da chuva e frio(afinal o que é Florianópolis sem sol e calor,não é? hehe). Para quem vem do avião e quer ir para o centro, há duas opções: táxi ou ônibus. Claro que recomendo ônibus...tem dois tipos que podem ser pegos do seguinte modo: saindo do aeroporto,virar a direita, lá no fim da calçada há um ponto de ônibus. Tem um ônibus amarelo ,que custa em torno de R$5,00 e que eu acho que é direto e tem toda aquelas frescuras de poltrona tipo de viagem e tals... mas o esquema é pegar os circulares...custa em torno de R$2,70(caro!). No ponto é bom se informar com as pessoas, qual seria o ônibus para o terminal central (TICEN). Lá é um bom começo para já ver que os catarinenses(ou uma pessoa do RS ou SP-lá os próprios catarinenses falam que os gaúchos e ,depois,os paulistas estão dominando a cidade) são atenciosos com quem está meio perdido. Bom, do TICEN até o Hostel , se for a pé,com todo o peso da mala, demora + ou - uns 20 a 25 minutos...mas é suave na nave...
Estava uma chuvinha fraquinha que quase nem sentia e friozinho,sorte que até o Hostel não começou a chover e ventar forte. Quando entrei no quarto que ficaria, puts, estava uma puta duma bagunça que nem conseguia por a mala no chão. Tinha um espanhol/colombiano, sei lá de onde o cara ela, mas era estranhão(depois, os outros também comentaram a mesma coisa. Parecia meio doido hahaha). cumprimentei ele e, até que ele falava de boa.. deixei a mala num canto(o quarto tinha duas beliches e havia a bagunça igual de um polonês também).Pensei:”não vou ficar aqui nem f...!” e fui na recepção. O recepcionista não era o mesmo do ano passado, não era tão gente boa, mas me deu as chaves dos outros quartos que possuíam vaga e deixou eu escolher. Subi lá e abri o quarto10:era esse mesmo que ficaria,só uma beliche, e só eu no quarto(da outra vez fiquei no 12,eram 4 beliches,é mais legal pra conversar como pessoal,mas não estava muito sociável, digamos, desta vez. Porem sempre estava na minha mente que conheceria outro pessoal gente boa, o tempo melhoraria e a viagem valeria muito a pena). Peguei a mala que tava no quarto todo bagunçado e sem espaço pra mim andar e botei lá no outro. Mas daí percebi que tinha uma goteira no meio do quarto 10! Mesmo assim fiquei por lá mesmo,melhor que ficar naquela porquice dos dois do outro quarto(não que eu não faça porquice,mas dos caras tava foda). Uma coisa importante quando se hospedar num albergue: leve um porta dinheiro que possa ficar junto ao corpo(tipo um bolso com zíper, preso com alfinete na calça,elástico, etc), e sempre deixar tudo dentro do armário. Só deixar toalha e o tênis velho fora..isso foi um uruguaio que me recomendou, no ano passado. Eu quando durmo, deixava a carteira e o porta dinheiro no armário também. As chaves eu guardava no bolso da calça ou bermuda mesmo e dormia assim.
No local que tem pia conversei com um carioca(esse era estranho,mas no outro sentido,se é que me entendem ),que estava de férias do trabalho e estava descendo desde Curitiba. ele contou sobre o percurso dele,desde Ctba,passando pela Ilha do Mel, Joinville, São Francisco do Sul ,acho que Balneário Camboriú e Florianópolis. Dei umas dicas de que praias seriam legais pra contornar pela Costa litorânea. Claro que indiquei da praia do Santinho até Moçambique(a paisagem da praia é sensacional :D.
Resolvi fazer uma rota que fiz quase todos os dias ano passado: caminhar na Av. Beira mar até o shopping Beira-Mar( 25-30 min. Apé),pois lá tem um mercado 24h(Imperatriz). E compraria algo pra comer...quem sabe o ponkan a R$0,50/kg e banana. Peguei um vento frio e uma chuvinha.. primeira vez que uso o guarda chuva em Floripa ehehe. Fui até lá e o ponkan estava caro(estava mais de 50centavose estava feio... então comprei só banana, uma garrafa de água (Imperatriz, segundo uma senhora que perguntei, é conhecida,pelo menos XD) e um copo de miojo,acho que chama cup noddles. Voltei até o albergue. Lembrei que precisava de sabonete, mas não queria ir ate o shopping de novo..estava cansado e já eram 22h(quase tudo fecha essa hora, praticamente só os restaurantes, bares, uma farmácia(Panvel) e o supermercado do shopping ficam abertos). O Hippo que é lá perto também estava fechado, subi a rua do albergue de novo... fui até o posto, não tinha também; me indicaram uma padaria,na rua do posto, estava fechada. No fim tive que ir até uma farmácia 24(a Panvel, que fica no quarteirão da Pizza Hut da Av. Beira Mar), fica na metade do caminho pro shopping, até ai já eram quase 23 horas..andando de guarda chuva,agora com um vento forte..e na volta para o Hostel de um desânimo. Tomei banho e antes de dormir Firmei e determinei que o dia seguinte seria ensolarado,lindo, sem nuvens(ah, tinha que pensar positivo,pelomenos lá em SC, né?!). Antes de deitar, fiz uns Sudokus e apaguei hehehe.

sábado, 23 de maio de 2009

Notas da Virada Cultural 2009

Gostaria de ter relatado com maiores detalhes minha rápida pelo evento, mas acabei procrastinando muito e o momentum expirou. Farei, pois, breves constatações a respeito.

Certamente é um evento importante e necessário à cidade de São Paulo. Apóio a iniciativa: cultura é sempre bom e a programação costuma ser bastante variada, abrangendo do erudito ao popular. Além disso, traz bastante gente para a capital. Uma cidade deste porte não pode ser pretensiosa ou incompetente o suficiente par
a apostar somente no turismo de negócios, já que o turismo de lazer é um nicho ainda pouco explorado por aqui, apesar do enorme potencial.

No caso, assisti ao Concerto Para Grupo e Orquestra (1969) de Jon Lord com a Orquestra Sinfônica Municipal.

Como acontece na maioria dos eventos gratuitos na capital, o palco principal na Av. São João estava lotado. Mas nem o excesso de pessoas nem os comentários absolutamente desnecessários que ouvi durante a apresentação (desde coisas óbvias reclamando da lotação e da qualidade do som a aprofundada argüição acerca da erudição e competência do compositor), mas sim os ambulantes que obstruiam a visão com seus isopores encardidos anunciando ininterruptamente cerveja e vinho de origem duvidosa a preços exorbitantes.

Em suma, é um bom evento para se divertir, serve como ótimo pretexto para se juntar os amigos e ainda ver boas apresentações. Aos que esperavam um concerto com riqueza de detalhes a toda a gama de nuances sonoros que a acústica a céu aberto dificilmente proporcionaria, que ficassem em casa curtindo seus home-theaters!

Vale também apontar uma vacilada feia da organização do evento e do Metrô de São Paulo, que fez coincidir a interrupção na circulação de composições entre as estações Anhangabaú e Santa Cecília por causa da passagem do Megatatuzão nas obras da Linha 4 - Amarela, que causou muito transtorno às milhares de pessoas que circulavam pela região e comprometeu a mobilidade entre diversos palcos do evento.

Nota Rápida

Da série "Empresas que são uma grandissíssima porcaria, da pior qualidade, mas tenho que fazer uso de seus serviços unicamente por falta de opção":

  • Telefónica
  • SPTrans
  • Viação Cometa
O descaso e a falta de profissionalismo são revoltantes. A falta de ações corretivas diante de falhas, mais ainda.

Nota: ultimamente a Viação Cometa tem maneirado um pouco na falta de pontualidade, até dá pra relevar casos específicos, como atrasos sexta à tarde.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Uma nova organização da sociedade

Andei pensando bastante sobre como a sociedade poderia ser reorganizada sem uma grande revolução, mas de uma maneira interessante:

1º) Fim dos partidos políticos: um deputado/vereador ou não sei o que mais deveria ser responsável pelos seus atos, responder aos seus eleitores. Hoje eles seguem o que o partido quer. Isso tira a responsabilidade pelos votos deles: "eu votei assim porque o partido quis". Um político deveria ser livre para dar as ideias que ele acha melhor, isso daria mais possibilidades para o debate.

2º) Criação de "communes" e democracia participativa: communes de no máximo 5000 pessoas deveriam ser criadas. Essas communes deveriam ser organizadas pelos próprios moradores, sem intervenção do governo. Um líder para a commune poderia ser eleito; esse teria um salário decidido pelos membros da commune. Os projetos para a commune deveriam ser decididos pelos próprios moradores e o financiamento e a fiscalização desses projetos feitos pelos próprios moradores. Para projetos caros ou communes pobres, os moradores deveriam ter o direito de pedir financiamento para o governo. Problema: falta de interesse, ameaças (por exemplo de traficantes).

3º) Criação de cooperativas e fim de salários: cada pessoa na cooperativa teria direito a ações, elas seriam os acionários das empresas. Para trabalhar na empresa a pessoa seria obrigada a ter um certo número de ações, e ninguém de fora da empresa teria direito a ter ações. Algumas decisões na empresa deveriam ser tomadas por todos, mas não todas, porque isso se tornaria muito burocrático. Para as decisões menos importantes, grupos deveriam ser formados, por exemplo grupo para o RH, grupo para as compras, etc. Essa organização deveria ser interna. Problema: Falta de interesse das pessoas.

4º) Criação de um "fórum" de ideias, problemas e soluções: nesse fórum as empresas devem colocar seus problemas e como eles foram resolvidos. Isso permitiria que outras empresas reutilizassem essas ideias e até mesmo as melhorariam.

Voilà, agora espero pelos comentários, e desculpe pela falta de acento, mas enche o saco colocar acento.


[Update by Riato: Tom, coloquei não apenas acentos, mas coloquei tudo que faltava pro texto ficar bonitinho gramaticalmente. Claro que não alterei nenhuma de suas frases ou ideias. Coloquei também marcadores na postagem. =)]

domingo, 17 de maio de 2009

Viagem para SC - Parte 1!!!

Dia 17, às 22h e pouco: estou de férias! Fico conversando com o Christiano até tarde, mesmo sabendo que terei que acordar cedo no dia seguinte para voltar pra casa e arrumar a mala. No fim, saio somente às 11h... do dia 18. Minha mãe diz que nem sabia que eu ia viajar! hahaha Isso porque avisei a ela que ia usar a promoção de 40 conto ida e volta de Florianópolis.
Saí às 15h. O voo que seria 16:10 se atrasa, chego somente às 17:45 em Floripa... Sampa estava quente, muito quente e aqui, quando chego, está chovendo e com frio!
(continuo outro dia!)