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sábado, 8 de novembro de 2008

Celtic Frost

Saudações!

O texto de hoje trata de uma das bandas consideradas referência na cena Black Metal, o Celtic Frost. Com estruturas musicais mais simples, diretas e agressivas, mas sem ainda contar com passagens ultra-rápidas nem com vocais guturais, a banda foi uma das primeiras a apostar no metal extremo. Talvez sua maior influenciada seja o Therion, que retirou seu nome de um dos álbuns da banda (To Mega Therion) e fez até um cover da música Sorrows of the Moon.

Há quem diga que o Celtic Frost descambou depois de um certo tempo, quando se aproximaram do Glam Rock. Eu, particularmente, não conhecia nada dessa fase deles. Até que ontem encontrei isso...



É muito poserismo para uma das bandas mais importantes do metal extremo! Os riffs até que são legais, mas soa muito ridículo uma banda que já tocou preciosidades como Jewel Throne, Dawn of Meggido e Necromantical Screams fazer papel ridículo desses!

Para efeitos de comparação, seguem os vídeos da Circle of the Tyrants, do To Mega Therion e a versão cover do Opeth. Eu não gosto muito deles, mas essa música ficou muito bem feita!





quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Grandes Personalidades - Ródion Vlódostomir Kómpreszor


Dando continuidade à série que conta a história de grandes personalidades do universo GQUPM, a postagem de hoje trata do grande Vló, sua efêmera passagem pelo mundo e sua melancólica vida.


Ródion Vlódostomir Kómpreszor
"Mërdas!" era o que dizia todos os dias de caramelo ao saudar seus vizinhos de ponto de ostra. O que eles não sabiam era que Mërdas era uma típica saudação da Psitrântia em dias de chuva ranzinza. Mas isso não impedia Vló de continuar com seu trabalho, ainda que arrogante e repleto de teclados mórmons. Cantarolava uma melodia lúgubre e adiabática:
Onde foste e vieste que não me trouxeste
Fui e vim, muitas pancadas deram em mim
Não trouxe canecas e poltronas mas trouxe algodão e vinho.
Penosos eram os dias em que trazia em sua sacola de pernilongos alguma surpresa ortorrômbica com baixos de oito postes ou cartazes com mais de cinco caracteres em alfabetos de sua amada carambola. Só não bordava seu nome para não deixar na cara que era um completo pó de cerveja se equilibrando em cristais de soja impedindo fluxos intermitentes de contadores de harmônicos artificiais. Também não menos importantes seus trabalhos sujos como limpeza de chaminés de coelhos vagabundos ou titulação de luzes natalinas com mel de Cipango. "Hop Ha Hop Hur!" e entornam os foles melodramáticos.
Morre tragicamente em um acidente envolvendo amendoins, tartarugas posers e gaitas de jaleco. Suas últimas palavras antes de morrer são "Barba non facit Aenema mortis de sepulcrum in vitam originalis aequalis totus sicut et nunquam".
Hoje, Vló descansa em paz no reino das almôndegas violentas!