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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Voltando

Voltando a escrever depois de 221 dias, 48 minutos e 31 segundos, tô postando uma letra que acho engraçada do Zappa. Frank Zappa é compositor meio doido (ou completamente?) que curto muito, tanto por suas letras cômicas, críticas à sociedade (um crítico mor do poserismo da sociedade), seu humor negro, seu alto nível de insanidade, quanto pelas suas idéias musicais, que misturam teatro, rock, jazz, tango, música erudita, sem fim, de uma maneira única.
Esta letra fala sobre o famoso cara escravo dos valores da sociedade, o cara que é o sonho americano, é bonito, tem um carrão, pega mulher gostosona, é rico. Acho interessante como o Zappa coloca lá embaixo todos esses valores, como se fosse um lixo descartável. Sociedade que culta e venera e dá um pacote de qualidades porque o cara que tem um bom emprego, ganha bem, não pelo que ele é. O grande culto à beleza, padrões de beleza, as modinhas características marcantes da sociedade atual, pegar mulher gostosona pra mostrar para os outros, a corrida desesperada por esses valores para os outros falarem e olharem você bem. Esse letra lembra bem um certo dia que fui na Vila Olimpia, certamente tinha vários Bobbys Browns.



Bobby Brown (Frank Zappa)

Hey there, people, I'm Bobby Brown
They say I'm the cutest boy in town
My car is fast, my teeth are shiney
I tell all the girls they can kiss my heinie
Here I am at a famous school
I'm dressin' sharp 'n' I'm actin' cool
I got a cheerleader here wants to help with my paper
Let her do all the work 'n' maybe later I'll rape her

Oh God I am the American dream
I do not think I'm too extreme
An' I'm a handsome sonofabitch
I'm gonna get a good job 'n' be real rich

(get a good
get a good
get a good
get a good job)

Women's Liberation
Came creepin' across the nation
I tell you people I was not ready
When I fucked this dyke by the name of Freddie
She made a little speech then,
Aw, she tried to make me say "when"
She had my balls in a vice, but she left the dick
I guess it's still hooked on, but now it shoots too quick

Oh God I am the American dream
But now I smell like Vaseline
An' I'm a miserable sonofabitch
Am I a boy or a lady... I don't know which

(I wonder wonder
wonder wonder)

So I went out 'n' bought me a leisure suit
I jingle my change, but I'm still kinda cute
Got a job doin' radio promo
An' none of the jocks can even tell I'm a homo
Eventually me 'n' a friend
Sorta drifted along into S&M
I can take about an hour on the tower of power
'Long as I gets a little golden shower

Oh God I am the American dream
With a spindle up my butt till it makes me scream
An' I'll do anything to get a head
I lay awake nights sayin', "Thank you, Fred!"
Oh God, oh God, I'm so fantastic!
Thanks to Freddie, I'm a sexual spastic
And my name is Bobby Brown
Watch me now, I'm goin down,
And my name is Bobby Brown
Watch me now, I'm goin down,
And my name is Bobby Brown
Watch me now, I'm goin down...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Motorcycle Jesus, The Incredible Mouth Band e Dog of Man

Salut!

Aproveitando a lacuna de ócio deixada pelo término não só do semestre, mas da graduação, passei pelo site de variedades i-am-bored e deparei-me com o primeiro episódio de Motorcycle Jesus! A música do começo e a vinheta Motorcycle Díííííííízâs são fantásticas!



Além disso, fui verificar se Dave Firth tinha alguma novidade em seu site Fat-Pie, ele é um puta criador de animações, desde as em flash até stop-motion, abordando temas inusitados, sem sentido e, sobretudo, perturbadores, conforme já mencionei aqui.

Dois trabalhos bem interessantes!
O primeiro se chama The Incredible Mouth Band e mostra uma banda que, em vez de tocar, canta o nome dos instrumentos. É ao mesmo tempo tosco e criativo! Confiram:



O segundo, Dog of Man, é tipicamente firthiniano. A animação mostra um ambiente desolado e letárgico com um homem decadente conversando com seu cachorro. Perturbador.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Notas do Inusitado

Saudações!

Numa ensolarada tarde de segunda-feira, uma figura extremamente peculiar num ônibus urbano em Campinas chamou bastante a atenção. Um sujeito cabeludo, barbudo, trajando vestes desencanadas mas sem ser maltrapilho, com jeito de hippie e fortíssimo sotaque castalhanomostrou-se um verdadeiro artista urbano. Munido de um violão a tiracolo e de um monociclo, se apresentou como um uruguaio chamado Leandro e performou algo que passou bem perto de um espetáculo. Apesar do sotaque, falava bem e em nenhum momento se fez de coitado. Cantou, brincou, gerou suspense e andou de monociclo dentro do ônibus, gerando toda uma expectativa acerca da façanha. Tratou o público, digo, os passageiros com muito respeito, referindo-se sempre como Damas y Caballeros e conseguiu arrancar olhares atentos das crianças, sorrisos das senhoras, alguns trocados e muitas garrafinhas de água.

Qual o sentido dessa postagem? Fazer um paralelo com um caso ocorrido em Nova Iorque que gerou discussões acerca do valor intrínseco da arte: um sujeito posicionado na entrada de uma estação do metrô tocava violino e os transeuntes passavam por ele, indiferentes. Entretanto, o sujeito é um músico de renome que, quando se apresenta, os ingressos são caríssimos. O instrumento? Um Stradivarius legítimo.

Ora, as pessoas nas cidades grandes estão acostumadas a verem pessoas explorando a própria desgraça em troca de qualquer quantia em dinheiro (quase nunca pedem por comida ou por emprego) num teatro imoral e sensacionalista. Um estrangeiro sem sequer falar o português com fluência consegue garantir para si alguns trocados e, o mais importante, transmitir cultura na forma de manifestações artísticas à população. Ele agregou diferentes valores a cada expectador. Principalmente quando disse que "um dia as pessoas se cansam de trabalharem, de terem suas rotinas e passam a viajar para viver de arte."

sábado, 8 de novembro de 2008

Celtic Frost

Saudações!

O texto de hoje trata de uma das bandas consideradas referência na cena Black Metal, o Celtic Frost. Com estruturas musicais mais simples, diretas e agressivas, mas sem ainda contar com passagens ultra-rápidas nem com vocais guturais, a banda foi uma das primeiras a apostar no metal extremo. Talvez sua maior influenciada seja o Therion, que retirou seu nome de um dos álbuns da banda (To Mega Therion) e fez até um cover da música Sorrows of the Moon.

Há quem diga que o Celtic Frost descambou depois de um certo tempo, quando se aproximaram do Glam Rock. Eu, particularmente, não conhecia nada dessa fase deles. Até que ontem encontrei isso...



É muito poserismo para uma das bandas mais importantes do metal extremo! Os riffs até que são legais, mas soa muito ridículo uma banda que já tocou preciosidades como Jewel Throne, Dawn of Meggido e Necromantical Screams fazer papel ridículo desses!

Para efeitos de comparação, seguem os vídeos da Circle of the Tyrants, do To Mega Therion e a versão cover do Opeth. Eu não gosto muito deles, mas essa música ficou muito bem feita!





quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Grandes Personalidades - Ródion Vlódostomir Kómpreszor


Dando continuidade à série que conta a história de grandes personalidades do universo GQUPM, a postagem de hoje trata do grande Vló, sua efêmera passagem pelo mundo e sua melancólica vida.


Ródion Vlódostomir Kómpreszor
"Mërdas!" era o que dizia todos os dias de caramelo ao saudar seus vizinhos de ponto de ostra. O que eles não sabiam era que Mërdas era uma típica saudação da Psitrântia em dias de chuva ranzinza. Mas isso não impedia Vló de continuar com seu trabalho, ainda que arrogante e repleto de teclados mórmons. Cantarolava uma melodia lúgubre e adiabática:
Onde foste e vieste que não me trouxeste
Fui e vim, muitas pancadas deram em mim
Não trouxe canecas e poltronas mas trouxe algodão e vinho.
Penosos eram os dias em que trazia em sua sacola de pernilongos alguma surpresa ortorrômbica com baixos de oito postes ou cartazes com mais de cinco caracteres em alfabetos de sua amada carambola. Só não bordava seu nome para não deixar na cara que era um completo pó de cerveja se equilibrando em cristais de soja impedindo fluxos intermitentes de contadores de harmônicos artificiais. Também não menos importantes seus trabalhos sujos como limpeza de chaminés de coelhos vagabundos ou titulação de luzes natalinas com mel de Cipango. "Hop Ha Hop Hur!" e entornam os foles melodramáticos.
Morre tragicamente em um acidente envolvendo amendoins, tartarugas posers e gaitas de jaleco. Suas últimas palavras antes de morrer são "Barba non facit Aenema mortis de sepulcrum in vitam originalis aequalis totus sicut et nunquam".
Hoje, Vló descansa em paz no reino das almôndegas violentas!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Grandes Personalidades - Imbrapa Guaparaixo Ñiñeñaguez

Saudações!

Esse blog está passando por um período de ostracismo e não é por menos: todos os colaboradores estão atarefados... alguns tentam achar algum resquício de vida em meio ao estágio e à graduação, outros vão começar em breve a buscapelo maravilhoso mundo da bolsa-trabalho-junto-com-a-graduação.

Existem várias idéias para postagens. Resenhas musicais, teatrais, comentários banais, críticas intrínsecas, subjetivas, introspectivas ou mesmo superficiais sobre assuntos diversos... idéias não faltam. O que falta é tempo.

Para não deixar o recinto tão ao léu, vou postar um trabalho legal que foi desenvolvido na comunidade das Grandes Questões Universais do Pensamento Moderno, intitulado "Nomes GQUPM". Foi proposto que cada participante inventasse um nome peculiar e elaborasse uma pequena biografia do ser imaginário.

O trabalho original pode ser conferido aqui.

Imbrapa Guaparaixo Ñiñeñaguez
Comerciante porto-surinamenho da tribo Gipuzcoatl-Tical, província de Santa María de la Virgen Inmaculada Concepción de Arequipa y Ayayay Muiño de Caña Robusta. Após ser detido pelos incas como separatista basco, foi designado pela confederação internacional de xadrezbol para a execução de tarefas nada plausíveis. Após radicar-se na Bessarábia Francesa, ingressou no ostracismo dedicando-se ao estudo pouco agradável de caracteres medicinais.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Coisas que também me deixam puto!

Saudações!

Acabei de ler esta notícia e, sinceramente, não dávontade nem de comentar ou de tentar explicar ou entender. É revoltante como esse país é acéfalo, dadas as inconsistentes decisões desprovidadas de qualquer bom-senso que aqui são tomadas por nossos dirigentes.


TSE decide que candidatos com ficha suja podem concorrer

Tribunal manteve entendimento de 2006, segundo o qual não se pode culpar alguém antes de julgamento

da Redação

SÃO PAULO - Por quatro votos a três, o plenário Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira, 10, que os candidatos que respondem a processo criminal na Justiça podem concorrer nas eleições, independentemente das acusações que pesem contra eles ou das condenações em primeira ou segunda instância por crimes por eles cometidos. Prevaleceu o voto do ministro Ari Pargendler, segundo o qual a Constituição Federal deixa claro que até julgamento final de uma ação, ninguém pode ser penalizado ou culpado.

Fonte: Estadao.com.br

Só um pequeno adendo. Não concordo nem um pouco com a idéia de que "todo mundo é inocente até que se prove o contrário". Isso dá brecha a se aproveitar da morosidade do sistema judiciário ou até mesmo a falhas e interpretações de cunho subjetivo do código penal para tirar vantagem ou eximir-se da culpa. No caos em que estamos imersos, daria muito mais resultado a política de "todos são culpados até que se prove o contrário". Garanto que uma repressãozinha não faria nada mal neste país que é uma bunda.

Fiquemos com a sábia reflexão do Mestre Dalborga, que conseguiu traduzir com maestria minhas impressões ao ler tal notícia.



O Brasil...



terça-feira, 3 de junho de 2008

A ClockWork Orange

Quem é que nunca viu o filme? Bom, se você, amigo leitor, já viu o filme, esqueça dele e se você também não viu o filme, não pense em vê-lo!
Aqui vou falar do livro, escrito por Anthony Burgess, um escritor desconhecido.
O livro é uma narração que conta a história de Alex, um moleque de 15 anos que vive em Londres. A narração é feita por ele mesmo.
O livro tem 3 partes principais: Na primeira parte, Alex conta como era sua vida nos tempos de bagunceiro, em que ele e sua gangue arrumavam brigas, roubavam, espancavam pessoas e estupravam mulheres. A segunda parte começa depois de ser preso: Ele conta sua vida na prisão e depois o tratamento revolucionário proposto por Ludovico. E a terceira parte conta sua vida depois do tratamento.
Não vou falar muito para não perder a graça.
Por quê vale a pena de ler o livro mesmo depois de ver o filme?
A primeira razão é o fato de que o livro é muito mais completo que o filme, além disso eu tive uma outra impressão de Alex no livro, acho que o livro te deixa ter uma interpretação mais livre enquanto que no filme você termina vendo o que Stanley Kubrick imaginou quando ele leu o livro.
Outra razão é que se você ler o livro em inglês vai descobrir uns vocabulários muito engraçados: Eu preparei uma lista aqui, mas ela não é completa:

droogs = amigos
skorry = rápido
moloko = leite em russo, mas no livro significa leite com LSD
Bog (God) = Deus :P
peet = beber
heigth of fashion = topo da moda :P height of prison fashion = topo da moda da prisão
devotchka = mulher (russo)
malchick = moleque
horrorshow = legal
viddy = ver
in-out in-out = essa é deixo para vocês pensarem :P

É isso ai chefes, agora espero que vocês estejam com água na boca para ler esse real horrorshow book.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Resgatando das cinzas parte 1

Quem é que nao se lembra da musica: La vem o negao! Po quem nao se lembra tem q escutar isso, é historico demais, quase chorei de emocao!

domingo, 4 de maio de 2008

Nota Rápida

Diálogo hipotético idealizado numa segunda-feira:

" - Pô, cara, arrumei um estágio!
- Legal, cara. Onde é?
- Ah, numa empresa lá no Mato Grosso.
- E como você faz para ir ao trabalho?
- Então, eu vou de fretado, cara! São seis horas de viagem... É o tempo de chegar em casa, tomar um banho e pegar o fretado de volta para trabalhar no dia seguinte."

sábado, 26 de abril de 2008

Serviço Público Federal

Saudações federalísticas!

Depois de um tempo considerável sem postar, cá estou, motivado por um tópico que vi essa semana na comunidade do CEFET-SP: trata-se do texto do Regulamento Disciplinar do Corpo Discente e Dos Direitos e Deveres dos alunos.

Quem me conhece sabe que sou extremamente saudosista no que concerne a qualquer assunto ligado àquele lugar que tanto nos proporcionou não só momentos de descontração e insanidade, mas uma oportunidade única de amadurecimento e desenvolvimento pessoal. O ensino de lá não necessariamente coloca alguém nas melhores faculdades. Entretanto, muito do que se aprende lá serve como uma ferramenta utilíssima para a vida acadêmica e - por que não? - profissional.

Como já faz tempo que eu queria escrever sobre a Federal, esses textos vieram muito bem a calhar, pois posso fazê-lo no formato de tópicos... comentando trechos do Regulamento e relembrando os bons e velhos tempos!

"1. Observar os prazos estabelecidos e as atividades constantes no Calendário Escolar do CEFET-SP;
(exceto possivelmente quando resolvem fazer greve do nada e fica aquela palhaçada de aula em janeiro, gente com problema na faculdade porque não tem os docs. do ensino médio... ou quando o Toninho esquecia de dar aula no universo do Utabajara)

2. Participar das atividades escolares com assiduidade e pontualidade, mantendo respeito e atenção;
(exceto quando é aula do Cróvis, o Picareta do Brizzi estava ausente e eu questionava a utilitátch de textos como "A Especificidade da Rua")

3. Comparecer à Instituição em trajes adequados para as atividades escolares;
(exceto quando a Federal virou um antro de emos e clubbers escrotos)

4. Comparecer, quando convocado, às reuniões de órgãos colegiados, diretoria, departamentos e coordenadorias, para prestar informações ou tomar conhecimento de assuntos de seu interesse;
(exceto quando se percebe que tomar partido da greve dos funcionários públicos é servir de massa de manobra)

5. Colaborar para a conservação, higiene e manutenção dos ambientes e do patrimônio do CEFET-SP;
(exceto quando faziam o Elefante Branco de mictório)

6. Prestar informações aos responsáveis pela administração escolar sobre atos que ponham em risco a segurança de colegas, servidores, visitantes ou o patrimônio do CEFET-SP;
(exceto quando a Delaursa resolve levar os alunos para cavocar no jardinzinho ao lado da escada. Eu parecia um ceifador do Inferno naquele dia)

7. Cumprir as normas de utilização de ambientes e equipamentos, e orientações sobre prevenção de acidentes no CEFET-SP;
(exceto quando quebram uma proveta na aula do Chalupe)

8. Portar, de forma apropriada, nas dependências do CEFET-SP, o instrumento oficial de identificação, mantendo-o em bom estado de conservação;
(exceto quando o meu "instrumento oficial" já estava devidamente alojado dentro das minhas calças.... no bolso!)

9. Participar dos atos cívicos e culturais previstos no calendário de atividades, fazendo-o de forma respeitosa;
(exceto quando o único ato de civilidade e cultura é tocar sanfona no saguão)

10. Manter silêncio nas proximidades das salas de aula, laboratórios, bibliotecas e demais dependências da Instituição durante a realização de atividades escolares;
(exceto quando tem greve ou quando a Delaçoca dá aula na sala ao lado)

11. Responsabilizar-se pelo seu material escolar e pertences particulares trazidos para o CEFET- SP e respeitar os dos outros alunos;
(exceto quando se tem um boné jogado na via do metrô)

12. Tratar com urbanidade as pessoas.
(exceto quando se trata do Marrrrcell...)"


"São Direitos do aluno:

1. apresentar aos professores, ou ao órgão da administração da Escola, sugestões que visem ao bom andamento do ensino;
como, por exemplo, escutar o programa do David Miranda nas aulas de redação.

3. frequentar, dentro das normas estabelecidas, a Biblioteca e as instalações desportivas existentes, sem prejuízo dos trabalhos escolares;
como, por exemplo, nas sextas-feiras de 2002, com SEIS aulas de EFI em seqüência.

4. participar das atividades artísticas, culturais e desportivas que forem organizadas ou patrocinadas pela Escola;
como, por exemplo, no FEMUFE e na visita à exposição de arte egípcia na FAAP.

5. defender diretamente seus interesses individuais, sem necessidade de intermediários;
como, por exemplo, defender o interesse individual em não participar das sacais aulas do Pingüim. Pééééééé!

8. obter, junto aos órgãos competentes, os documentos atinentes à sua vida escolar.
obter, só na aula do Zé-Maria (aka Zé Ruela, Gil Gomes)



São deveres do aluno:

1. apresentar-se obrigatoriamente à Escola ou a qualquer um de seus departamentos com o crachá de identificação visível na altura do tórax;
como o Toninho enchia com isso!

2. tratar com urbanidade e respeito todos os servidores e colegas da Unidade Escolar;
Marrrrcel teria dificuldades com isso.

3. comparecer, com pontualidade, às aulas, provas e demais atividades escolares que tenham sido determinadas pela Escola;
inclusive nas aulas da Mirian?

4. estar munido dos materiais didáticos solicitados pelos professores.
até mesmo os que a Eliete pediu para comprra e nunca usou?

5. manter, durante as aulas, silêncio, respeito e atenção;
na aula do Salmaso os dois últimos eram mais do que certos!

6. apresentar-se sempre vestido de forma adequada na Escola e em conformidade com o ambiente, tal como avental nos laboratórios, uniforme na Educação Física, etc.;
incluindo o jaleco do Sérgio que só os inteligentes conseguem ver. Sacanagem não permitirem que as poucas garotas que prestavam usassem trajes confortáveis no verão.

7. manter em perfeito estado de conservação equipamentos e mobiliários da escola, comunicando ao Professor qualquer avaria referente ao material escolar;
e aquelas porcarias de placas soltas na pista de corrida?

10. evitar aglomerações nos portões, rampas, corredores e portas de salas de aula e abster-se de palestras ruidosas em qualquer local do Estabelecimento;
e quando tinha assembléia da greve?

11. ter um bom comportamento social, concorrendo sempre, onde quer que esteja, para a elevação do conceito da Escola;
Breno e Bozo serviram como exemplo!

12. realizar as tarefas escolares no prazo solicitado;
principalmente os textos de filosofia!"


Os próximos eu nem vou comentar:



"É vedado ao aluno:

1. causar danos ao prédio, mobiliário, equipamentos ou materiais, ficando obrigado a indenizar a Escola pelos eventuais prejuízos causados;
2. empenhar-se em luta corporal, praticar atos turbulentos ou perigosos, participar de algazarras nas dependências da escola ou em suas proximidades;
3. perturbar aulas e trabalhos escolares;
4. trajar "shorts", calção, minissaias e miniblusas;
5. usar códigos e linguagem impróprios e praticar atos indecorosos, inadequados ao convívio social;
6. utilizar-se de processo fraudulento na realização de trabalho escolar;
7. comparecer às aulas com atraso, tolerado somente, em casos excepcionais, na 1º aula do período ou a critério do Professor;
8. ausentar-se da sala de aula ou do local de trabalho escolar sem autorização do respectivo Professor, ou da Coordenação de Turno;
9. permanecer na sala de aula ou no local de trabalho escolar após o término das atividades escolares normais, sem autorização de quem de direito;
10. praticar jogos de azar, fumar, ingerir bebidas alcóolicas ou apresentar-se alcoolizado nas dependências da Escola;
11. portar ou repassar drogas ilegais;
12. ocupar-se com trabalhos estranhos ao regime escolar, desde que não sejam tarefas devidamente autorizadas;
13. portar ou introduzir na Escola armas e materiais inflamáveis ou explosivos, bebidas alcóolicas, etc;
14. utilizar indevidamente equipamentos de prevenção de acidentes e combate a incêndios;
15. ignorar as convocações que receber;
16. aplicar "trote"; usar de aparelhos sonoros durante as aulas."


segunda-feira, 31 de março de 2008

Aprendendo os Poserismos do Trabalho no mundo Capetalista

Nem fudendo! Não tenho certeza se vai ser possível.
Tô cagando e andando! Não vejo razão para preocupações.
Mas que porra eu tenho a ver com esta merda? Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.
Caralho ! Interessante, hein?
Foda-se , não vai dar nem a pau! Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.
Puta merda, viado nenhum me fala nada! Precisamos melhorar a comunicação interna.
E na bundinha, não vai nada? Talvez , eu possa trabalhar até mais tarde.
Aquele cara é um bunda-mole mesmo! Ele não está familiarizado com a situação.
Vai pra puta que o pariu, seu viado do caralho ! Desculpe, senhor.
Bando de filho da puta! Eles não ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.
Foda-se , se vira! Infelizmente não posso ajudar.
Puta trabalhinho de corno! Adoro desafios
Ah, deu pro chefe? Finalmente reconheceram sua competência
Enfia essa merda no cu! Está muito bom, mas , por favor, refaça esta parte do trabalho.
Ah, se eu pego o filho da puta que fez isso! Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.
Esta merda tá indo pro buraco! Nossos índices de produtividade estão apresentando uma queda sensível.
Agora fudeu de vez! Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.
Eu sabia que ia dar merda! Desculpe, eu teria avisado, se tivesse sido previamente consultado.
Cacete, vai sair cagada de novo! Apesar do imenso esforço, teremos outra não conformidade .

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Notas do (Transporte) Subterrâneo

O Metrô de São Paulo é tido como um exemplo de transporte público, que prima por sua limpeza e pontualidade. Das ligações norte-sul e leste-oeste, além de uma pequena linha na Av. Paulista, surgem projetos para a chamada rede essencial. Tal expansão, resumidamente, faria mais e mais ligações entre linhas já existentes.

Antes de discorrer sobre as implicações dessa suposta ampliação, deve-se entender que a implantação do Metrô na cidade já começou errada. A malha ferroviária do País é ridiculamente pequena e reflete uma deficiência logística gravíssima no Brasil, acarretando em problemas nas cidades, como congestionamentos causados pelo excesso de caminhões transitando em área urbana e uma demanda de passageiros muitíssimo maior do que o transporte público consegue lidar.

Há rumores sobre o projeto do traçado inicial da Linha 3 - Vermelha atender São Miguel Paulista. Entretanto, por interesse da Viação Penha - São Miguel, o traçado foi alterado para o atual. Isso explicaria a mudança de direção observada na região da Vila Matilde, que impede que a linha seja uma reta passando por São Miguel. Ora, o que havia em Itaquera à epoca da construção da linha? Por que não atender o 2.º bairro mais populoso de São paulo, na época? Além disso, construíram a linha do Metrô ao lado de uma via férrea já existente! Foi ou não um belo investimento? Com isso, as regiões próximas incharam e tiveram ainda que comportar a já alta demanda de bairros mais afastados que se valiam dessa linha.

Como se não bastasse essa incoerência, decidem modernizar uma linha de trem. Entre uma linha de trem precária e outra linha de trem igualmente precária, mas que tem parte de seu trajeto atendido pela linha do metrô, qual delas decidem modernizar com "novos" trens (na verdade, trens europeus que tornaram-se obsoletos)? Logicamente, a linha já atendida por metrô.

Os absurdos não param por aí. Quem tiver paciência de analisar as propostas da Rede Essencial vai achar um absurdo que a expansão das linhas só vai fazer aumentar o fluxo de passageiros passando pelo centro, sobrecarregando ainda mais um sistema que mostrou-se incapaz de lidar mesmo com o aumento de passageiros em decorrência das integrações com o centro (Brás, Barra Funda e Luz com a CPTM) e com o Bilhete Único.

Na verdade, faria muito mais sentido a criação de linhas periféricas que fizessem a ligação entre bairros sem ter que passar pelo centro, evitando sobrecarregá-lo.

Basta imaginar um exemplo simples: muita gente que mora na Vila Mexugá precisa trabalhar no Jardim Megadefo e vice-versa. Os dois bairros localizam-se em extremos distintos da cidade.


Seria muita burrice percorrer o trajeto da Situação 1, saindo da Vila Mexugá, tendo que parar no Centro para fazer uma baldeação em direção ao Jardim Megadefo, juntamente com milhares de pessoas que precisam se deslocar de uma ponta a outra da cidade, passando necessariamente, pelo centro. Já na Situação 2, faz-se o mesmo trajeto sem precisar passar pelo caos do Centro, deixando este percurso para quem realmente precisa se dirigir para lá.

Não acabou o mês de janeiro e o metrô já registrou cerca de onze falhas, daquelas em que um trem pára entre uma estação e outra, atrasando todo o sistema e fazendo acumular muita gente nas plataformas. Ah, sim, em horário de pico. Sem contar as incontáveis vezes em que há lentidão devido à presença de usuário na via ou queda de objeto. Um sistema de transporte que não conseguiu suportar o aumento de passageiros verificado nos últimos anos definitivamente não está preparado 2025, quando várias outras linhas trarão muito mais pessoas para as estações do centro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Era do Teletubbies


Pessoal,ontem foi a primeira vez que fui realmente ler algo do blog...e me surpreendi.O blog está muito bem escrito(nada como os treinos de redação para o vestibular hehehe), eu até fiquei com vergonha de fazer comentários idiotas!
Bom, quero que vocês assistam esse vídeo que está no Youtube: http://br.youtube.com/watch?v=U7XC-c70VyI

Mostra claramente porque a geração atual de jovens entre 13-18 anos são mais abertos em relação à viadagem, digamos, como uma coisa normal, ou como no vídeo:uma brincadeira. Seriedade a parte, se vocês tiverem filhos e estiver assistindo algum programa infantil "inocente", cuidado,pode ser uma manipulação de alguém lá do alto escalão querendo que seus queridos filhos sejam liberais, no pior sentido que pense, no futuro.Façam as comparações:a época que foi lançado o programa infantil e 4 anos depois,quando a quantidade de EMOs quase que quintuplicou segundo gráficos de uma fonte confiável!
Assistam e riam à vontade XD

obs:amiguinhos da garotada:emos e afins

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Notas da Moagem Humana

A espera mostrou-se muito mais longa do que se imaginava. Mesmo os que já passavam por situações semelhantes sentiram-se incomodados com o descaso oferecido. Pedem para chegar de manhã e fazem os sujeitos esperarem até a hora do almoço. Talvez pensem que a angústia revele algum comportamento oculto sob a máscara de pele morta.
Por ser no começo da semana um evento agendado com uma certa antecedência, os menos experientes imaginam que haja uma certa organização. Errado! A impressão deixada é que tudo se arranjou no último instante, o que se mostra uma incoerência, afinal... como é que pessoas que não sabem gerenciar pessoas são contratadas para o departamento de Recursos Humanos?
O que havia sido tratado por entrevista foi distorcido e estendido até praticamente a exaustão. Gente saindo pelo ladrão. Uma prova extremamente mal-feita, verdadeiro desperdício de tempo, ausência de sentido nos enunciados e fluxograma feito a partir de auto-formas. Nada profissional.
Entrevista, uma triagem básica com três gestores. Não foi a pior parte, o pessoal era legal e fizeram o que tinha que ser feito. Uma delas era bem bonitinha, inclusive.
O que moeu o estado mental foi a demora causada pela falta de planejamento: depois dessa triagem, a moça responsável pela vaga chamaria um por um para uma entrevista, de facto, individual onde ela passaria maiores detalhes sobre a vaga. Ora, seria muito mais prático deixar a última parte coletiva! Inicialmente, todos deveriam submeter-se à análise pessoal da entidade suprema. Entretanto, motivos alheios ao nosso conhecimento demandaram uma diminuída no tempo disponível de tal entidade, que só poderia avaliar três das sete carcaças ali presentes.
Mais lógico seria todos passarem pelas duas triagens preliminares e, então, terem com o último da linha. Por um lapso na razão e uma vergonha na organização, três humanóides foram escolhidos antes que as preliminares fossem completadas.
Revolta e indignação, Megalázottak és megszomorítottak!
Fogem à compreensão os motivos que levam organizações (sic) a tentarem exibir um poderio ante seres que já encontram subjugados por sua própria condição de submetidos a triagens extremamente maçantes. Vulgarmente, é o mesmo que chutar cachorro morto.
Igualmente revoltante é a sensação de seres que, em sua maioria, são fúteis e não apresentam sequer domínio do idioma pátrio (gerundismo é irritante!) ditarem o curso do que resta da vida de cada um. Estudaram tanta (será mesmo) psicologia e não saberiam sequer entender a lógica de uma manada acéfala e atônica.