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domingo, 25 de novembro de 2007

A Porta dos Desesperados

Quem é que nao lembra da nossa grande porta dos desesperados? E que nunca sonhou de participar e ganhar o videogame ou a bicicleta?
Entao aqui vai um enigma para vocês. Imagine que você, isso mesmo, você seja sorteado para a porta dos desesperados, prêmio: uma viagem para a praia grande, orra!
Você chega la faz um escandalo como sempre e ai você escolhe uma porta (exemplo a porta 3). O Sergio Mallandro como é idolo e camarada, chama uma Mallandrinha, glugluglu, e manda ela abrir a porta 2, de onde sai o monstro querendo dar uns amassos na Mallandrinha.
O Sergio Mallandro ainda mais camarada te diz "você quer trocar para a porta 1 ou quer ficar na porta 3"?
E ai qual é a sua resposta? Existe uma logica para a resposta. Entao eu deixo vocês pensarem e dou a resposta quando todos tiverem comentado.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Daevid Allen & Gong Global Family


Finalmente, um final de feriado nada miado! Numa terça-feira de clima agradável e com cara de domigo, um show memorável do Daevid Allen e mais uma galera que mandou uma sonzeira de respeito!















Daevid Allen é co-fundador de duas bandas importantes do rock progressivo: Soft Machine, do chamado "Canterbury Sound", e Gong, um projeto multicultural cultuado por fãs de psicodelia e space-rock. Particularmente, sou fã do Soft mas não curto muito o Gong - isso, para meu pai, é uma puta incoerência.

Durante sua época no Gong, Daevid criou a sua mais importante obra: a trilogia “Radio Gnome Invisible” , que conta a história das aventuras de Zero num mítico planeta verde habitado por gnomos, os Pot Head Pixies. Foi em seu período com o Gong que Daevid inventou sua técnica de Glissando Guitar, com a qual extrai um som onírico de sua guitarra, construindo paisagens sonoras psicodélicas.

Na apresentação do Teatro Popular do Sesi (R$ 3, muuuito em conta!), Daevid iniciou o espetáculo fazendo um duo com Josh Pollock (Fabulous), numa apresentação mais performática e poética do que música em si.

Felizmente, juntaram-se aos dois Michael Clare (baixo) e Fred Barley (bateria). Josh assumiu a guitarra e começou a apresentação do University of Errors, com um repertório baseado no primeiro álbum do Soft Machine com uma roupagem nova e interessante, improvisos e viagens bem alucinantes, mas sem descaracterizar as músicas.
A única ressalva fica por conta da performance de Josh, que pulava demais. Ele estava tocando com um ícone do rock psicodélico, não com o Linkin' Park!

Após uma pausa de 9 minutos e 17 segundos (!), Daevid volta ao palco com Josh (guitarra), Fabio Golfetti (guitarra / glissando), Gabriel Costa (baixo), Fred Barley (bateria) e Marcelo Ringel (tenor & alto sax). Os brasileiros são parte do Violeta de Outono, uma banda bem conceituada que manda um som calcado no pré-prog.

O repertório foi baseado no Gong "era Camembert Electrique".

Realmente, um espetáculo de altíssima qualidade, com viagens sonoras executadas com maestria por músicos loucos e extremamente competentes. É possível fazer excelente música sem precisar apelar para o mero virtuosismo ou para a exacerbação de técnicas complexas.

Um fato estranho é constar no release que Josh tocaria também o teremin, mas por algum motivo desconhecido, isso não aconteceu.


As informações técnicas e históricas, bem como a imagem que ilustra a postagem foram retiradas do site http://www.invisivel.com.br/daevid/

Integrando aos mercenários

Opa, primeiro post meu em um blog! U la lá...Agora dá pra colocar as fotos dos meus miguxos!!( Emo Mode)....E contar fofocas alheias!! Minina!! Ok Ok (Nelson Rubens Mode)...brincadera..Legal a iniciativa de criação do blog, só estou com medo pelo alto nível de insanidade reunida aqui, ahuahaa mas com o tempo passa auauaha....Ao som de Pink Floyd, me veio a idéia de falar alguma coisa sobre a música...
Título Where´s the Feeling of Music?
Que eu percebo muito por aí, os olhos de algumas pessoas (meu espaço de análise é bem restrito) à música estão meio estranhos, meio que olhando não a música como arte mas como fosse um produto que consomem pois está na moda. Assim, como existem as roupas da moda, as pulseiras da moda, penteado da moda, parece que está a música inserida nesse contexto. Escutar música, que está nas paradas de sucesso, a música de que todos gostam virou a moda da vez, como buscassem uma afirmação que algo é bom, lá de fora. Achei legal quando vi um documentário sobre o metal: Metal, A Headbanger´s Journey. Documentário feito por Samm Dunn. Ele foi um antropólogo que resolveu estudar esse estilo mais a fundo, disse em algum momento no filme: “Desde que tive 12 anos, tive que defender meu amor pelo Heavy Metal contra quem o classificasse de forma de música barata. Minha resposta agora é que ou o sente, ou não. Se o Metal não te provoca essa envolvente sensação de poder, e não faz com que se arrepiem os pelos da nuca, talvez nunca o compreenda. Achei demais a parte : "Se o Metal não te provoca essa envolvente sensação de poder" Achei muito true isso, são pessoas que não olharam para fora, e resolveram olhar para essa sensação de poder. Pessoas que apenas aceitaram essa simplicidade. Também, observo algo o que afasta essas pessoas dessa simplicidade também, são pessoas que possuem muita rigidez musical, também tive muito desse mal antes...Valorizava muita a técnica de um músico e banda, e começava olhar feio para outras coisas fora desse padrão...E algumas delas, não senti a tão sensação de poder do Samm Dunnn. Rigidez musical ou também rigidez de valores: “ não vou escutar essa banda de punk rock, pois sou um “true” fã de rock progressivo”, “essa banda não vou escutar pois eles não representam nada, não tem um valor no estilo que eles tocam”, “ essa banda vou escutar pois eles representam muito no estilo, foram os primeiros a criarem isso ou aquilo”,” sou fã verdadeiro dessa banda e devo aguentar todas musicas deles ”,” essa banda tá tocando nas rádios e não vou escutá-la” e por aí vai...Valores que distanciam da tão sensação de poder do Samm Dunn, sendo valores que eu acho mais ou menos igual da pessoa que escuta só porque a rádio, mtv, sei lá o que, fala que é bom....Sendo a única diferença que esses valores você mesmo que criou e aceitou, e os outros (radio, moda,etc) você não criou mas sugou de fora e aceitou, mas não importa de onde veio, aceitou e não viu se tinha “a sensação de poder” ....E acredito que essa sensação de poder é que eu chamo de arte, pra mim sendo a arte um conceito totalmente relativo, algo vira-se arte pra você quando você tem essa "sensação de poder" ...

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

O Concurso Netflix

Esse ano um amigo tunisiano e eu, estamos participando do concurso Netflix.
Esse concurso tem como objetivo a criaçao de um programa que diz a um cliente se um filme x vai ser interessante ou nao.
O prêmio é minusculo: 1 000 000 de dolares para o melhor algoritmo, ele vai ser dado no fim de 2011 (1 de outubro), acho que com esse dinheiro, seria possivel de passar um bom natal.

Como os dados estao organizados?
Os dados estao organizados em arquivos texto, e cada linha de um arquivo texto tem a forma seguinte:
idUtilisador,Nota,Data que a nota foi atribuida
Cada filme tem um arquivo proprio, no total sao 17700 filmes e aproximativamente 480 000 clientes, cada cliente deu nota para pelo menos 1 filme.

O que a gente vai tentar fazer?
A gente vai tentar organizar os filmes que sao parecidos em grupos e a partir desses grupos, criar subgrupos, ou seja clientes que viram os filmes de um grupo e que sao parecidos. Assim, a gente vai poder buscar as notas que faltam, a partir das outras notas do subgrupo.

Qual algoritmo a gente vai usar?
A gente vai tentar o algoritmo do k-means, se vocês querem saber como ele funciona, esse site: http://people.revoledu.com/kardi/tutorial/kMean/NumericalExample.htm tem um exemplo que é muito facil de entender.


Voilà mes potes, j'espère que maintenant vous soyez aussi motivés pour aller chercher le 1 million de dollars!

Humilhando a Universal

Attaque invisible
Vidéo envoyée par hakim93200

Cara q teve uma reaçao bizarra em um jogo em um pais arabe, essa reacao nem mesmo a sessao do descarrego pode imitar

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Hails!

Pois bem, eis que surge um espaço para dar vazão a questões universais do pensamento moderno!
Nem sempre é possível juntar todos para jogar uma sinuca em bares sujos ou encher a cara de cerveja ou arak. Mas as idéias nunca param de surgir e a vontade de compartilhá-las é enorme. Esse espaço não pretende substituir reuniões presenciais, tampouco rolês furados nos confins da Vila Matilde, apenas permitir o compartilhamento de textos, músicas, idéias, relatos e opiniões.

O grande desafio é conseguir estabelecer paralelos entre músicas, estados de espíritoe de humor, interpretação de cenas estranhas à luz de teorias absurdas fundamentadas em conceitos insanos.

A verdadeira criatividade não reside em simplesmente enfeitar o que já está bem aceito, entendido e consolidado, mas em criar coisas novas e díspares, conectando-as de formas peculiares e inusitadas!

Postado ao som de ASA, da banda norte-americana de post-rock Caspian.